domingo, 4 de março de 2012

Novo horário.


Fui despertado por aquela sensação esquisita, de vazio, de falta...com o olhar no teto, depois de alguns segundos, logo reconheci que era aquela dor que sempre me acompanhava. Agarrei o travesseiro com força. Dessa vez ela apareceu pela manhã, normalmente aparecia durante a noite e como de costume me envolveu completamente. Meu peito, vermelho e cheio de arranhões ardia, o burraco nele continuava a doer, mesmo depois de tanto tempo. Lágrimas se formaram em meus olhos, com um esforço dos Deuses evitei que rolassem em meu rosto. As lembranças acompanharam a dança confusa de sentimentos em minha cabeça. Exausto, levantei escovei os dentes e segui com mais um dia de ausência.


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